24 de fev de 2017

Pedir prestação de contas é um direito, prestar contas é um dever

Informação rotária – Ética e Transparência

Artigo do Companheiro Ewerton Gurgel 
(TEXTO RESUMIDO POR MÔNICA SACUTTI - RCA CRUZEIRO DO SUL) 

RC Natal Ponta Negra D4500


Não é incomum observarmos a ação de diversas organizações não governamentais - ONGs e, muitas vezes, até a ação de pessoas minimamente organizadas ou de forma individual, agindo em suas sedes sociais ou em repartições públicas, centros comunitários, igrejas, clube de mães, sinais de trânsito, passeios públicos, etc, com o objetivo de arrecadar recursos em prol de uma “boa causa”.
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A “boa causa”, geralmente, é a da organização e os recursos destinam-se, quase sempre, a uma ação humanitária, de forma coletiva ou individual, ou seja: busca minimizar um problema, de um grupo de pessoas ou de uma única pessoa, carente daqueles recursos para solução dos seus problemas. Quem buscar maiores explicações entre os que estão militando neste mister, quanto à destinação dos recursos recolhidos, ou outros detalhes tipo onde é aplicado o recurso, quanto se arrecada, quais os critérios para sua aplicação, se é possível visitar essas obras ou esses locais, dentre outras perguntas pertinentes, poderá deparar-se com duas situações iniciais:

Situação 1) O ativista contestado, poderá fornecer as informações solicitadas e convidá-lo a conhecer as ações onde estão sendo aplicados os recursos e, por necessidade de sobrevivência dessas organizações, convidá-lo a militar entre os que estão em busca da solução do problema enfrentado.

Situação 2) O ativista contestado se aborrece com a contestação, se considera aviltado com as perguntas, omite-se nas respostas e evita maiores esclarecimentos.

Não haverá nenhum prejuízo para uma organização quando seus militantes estão entre os que agem como os ativistas do primeiro grupo: frente à menor oportunidade de divulgar suas ações, mesmo perante céticos e contestadores e situações consideradas adversas, não transigem e buscam transformar um possível opositor em militante de suas fileiras, perfeitamente integrado nas ações do grupo. A transparência das ações e a humildade são as ferramentas mais fortes para a divulgação de suas ações. Para o grupo, as perguntas não são entendidas como acusações porém, como oportunidade de servir à causa.

Para o segundo grupo daqueles que se negam a fornecer as informações solicitadas pelo contestador, deveremos considerar duas situações distintas:

Situação A) O militante está trabalhando numa causa nobre, é uma pessoa de reconhecida honestidade e considera-se aviltado e humilhado com essas perguntas inconvenientes sobre recursos ou ações, e nega-se a considerar a possibilidade de respondê-las. Ou, por estar trabalhando em uma causa reconhecidamente nobre acredita que considerar uma pergunta sobre o destino dos recursos ou de suas ações é uma ofensa ou acusação a sua pessoa ou para sua organização.

Situação B) O militante está trabalhando numa causa em que a destinação dos recursos que arrecada não é honesta e ética.

Para esta segunda situação B, em que se trabalha para causas não éticas ou desonestas, não cabem maiores comentários por óbvio: por pressuposto a ação é aética e desonesta.

Cabe-nos analisar a situação A, daquele militante honesto, ilibado, que trabalha por uma boa causa e que por esse motivo julga-se aviltado quando é inquirido sobre a destinação ou qualquer outra pergunta sobre suas ações perante a sociedade em que milita ou para a comunidade e, por conseguinte, omite-se de dar uma resposta.

Esta situação inicial de omissão, longe de realçar as qualidades do aviltado, coloca-o muito próximo do grupo que milita de forma aética e que, por motivos evidentes, não lhe interessa ser transparente.

A primeira e grande consequência dessa ação é a semeadura de dúvidas pertinentes: POR QUE OMITIR?

Inicialmente vejamos o que o nobre Prof. Aurélio fala sobre o verbete:

OMISSÃO [Do lat. omissione.] S. f.
1. Ato ou efeito de omitir(-se).
2. Aquilo que se omitiu; falta, lacuna.
3. Ausência de ação; inércia.
4. Jur. Ato ou efeito de não fazer aquilo que moral ou juridicamente se devia fazer.

Da simples leitura do verbete no dicionário, verifica-se o sentido não ético ou moralmente condenável da ação.

Porém, seria interessante submeter essa ação de omissão à PROVA QUÁDRUPLA:

É a verdade?

É justo para todos os interessados?

Criará boa vontade e melhores amizades?

Trará benefício para todos?

A reposta é evidente: Aquele que omite a verdade, neste caso, perde a oportunidade de contribuir mais e melhor para a organização a que pertence e afasta um possível aliado para sua causa. Portanto, a resposta para a terceira pergunta da Prova Quádrupla orienta que devemos ser divulgadores de nossas ações, quaisquer que sejam elas, pois só assim contribuiremos para o crescimento da organização e promoveremos a divulgação de nossas ações. Dessa forma, com transparência nas ações e exemplo nos atos, estaremos realmente contribuindo e trazendo o benefício para todos.

Deveremos ter em mente que nossas ações são observadas por toda a sociedade e é desta sociedade que advém todos os recursos que utilizamos em nossas ações. É lícito e justo que qualquer membro da sociedade solicite informações e seja atendido, pois desta forma, estaremos cumprindo nossa ação rotária com ética e honestidade, parecendo ético e honesto e conquistando novos aliados para nossa causa.

É de supor-se que melhor que responder a qualquer pergunta sobre nossas ações rotárias é anteciparmos estas perguntas e divulgarmos toda a informação necessária para a clareza dessas ações.

Devemos lembrar que a riqueza do Rotary está alicerçada principalmente no companheirismo, na amizade e no exemplo que nós rotarianos promovemos em nosso meio. Estas ações sempre distinguiram o Rotary dentre todas as demais organizações e a transformou nesse forte instrumento comunitário em prol da humanidade.

Como incentivo aos que tenham alguma dificuldade em responder perguntas verdadeiramente pertinentes sobre atos e ações de nossa organização lembro nosso lema rotário 2005-2006, ainda em vigor: Dar de si antes de pensar em sí.

Aos que desejam promover o exemplo que todo rotariano deve dar de si como líder na sua comunidade, convoco-os ao nosso lema 2006-2007: Mostremos o caminho! 



17 de dez de 2016

Rotary de Araçatuba doa picape para a Aadefa

Presidentes de clubes de Araçatuba no ato de entrega da picape
Folha da Região, 17/12/2016
Chamada de primeira página
Aadefa: Associação de atendimento aos deficientes físicos de Araçatuba e região




5 de dez de 2016

Perdemos uma companheira: Maria Helena Rossetto



Na última terça-feira, 29/11/2016, terça-feira, os rotarianos de Araçatuba, principalmente os participantes do Cruzeiro do Sul, foram surpreendidos com a morte da companheira Maria Helena Rossetto, 79 anos, infarto fulminante.  

Sua classificação era "Turismo", proprietária da então MH Turismo que propiciou viagens a tantos araçatubenses. Ela adentrou os portais da RCA Cruzeiro do Sul em 1996, indicada pela companheira Leda Geralde. 

Era a companheira que gostava de cuidar da formação rotária do clube. Maria Helena Rossetto era leitora voraz de livros e gostava de ajudar na criação de bibliotecas.

Formada em Letras, pela faculdade de Penápolis, sempre socorria a biblioteca comunitária Hermínia Salibe da     base comunitária da Polícia Militar do conjunto habitacional Hilda Mandarina em suas necessidades. Era vice-presidenta da associação Amolivros, de Araçatuba.

Aos companheiros mais próximos, aos amigos e familiares nossas condolências. Maria Helena Rossetto viveu bem seus dias, sempre viveu o futuro hoje.

Missa de 7o. dia: 06/12/2016, terça-feira, l7h, na Catedral N. S. Aparecida 


18 de nov de 2016

Seminário distrital da Fundação Rotária -2016

Dia 20/11, domingo e feriado,  acontecerá o Seminário Distrital da Fundação Rotária em Araçatuba, a partir das 7h30, no SENAI - Rua Bartolomeu de Gusmão, 150 - bairro Aviação. Abaixo, fotografia da programação.

14 de set de 2016

Rotarianos de Araçatuba que são candidatos nas eleições municipais de 2016


Como único candidato a cargo majoritário dos clubes de Araçatuba, tomo a liberdade de apontar para os companheiros quem são os candidatos rotarianos, porque às vezes não temos a visão de conjunto, não sabemos o que acontece nos outros clubes.

Eu tenho dito que um empresário rotariano é diferente de qualquer outro, pois ele age conforme a ética do Rotary. Se não for assim, não há razão de ele estar conosco.

Acredito que posso transferir isso para a ação política: um candidato rotariano certamente terá um diferencial na sua conduta durante a campanha e também depois de eleito.

O Rotary, como entidade, não toma partido nem indica candidato, mas estimula os rotarianos à participação, pois tem como pretensão criar lideranças para a sociedade.

O papa Francisco já disse que na política podemos fazer a caridade no atacado, beneficiar toda uma cidade, por exemplo. Pensando assim, ser político é deixar de se preocupar apenas consigo mesmo para olhar todo o conjunto, toda a cidade, no caso, nestas eleições municipais.

Que nossa decisão seja motivada por interesses coletivos: se benéfico para todos os interessados.

Araçatuba, 15 de setembro de 2016.


ASSINADO: Hélio Consolaro – candidato a prefeito, número 13 – RCA Cruzeiro do Sul
Tema: Araçatuba para todas as cores
Lema: fé, postura e atitude

CANDIDATOS A VEREADOR
Alberto Pinto da Silva (Alberto do Dogão) – 36622 – RCA Cruzeiro do Sul
Alceu Batista (Dr. Alceu) – 43333 – RCA Araçatuba
Cris Braga – 6789 – RCA Cidade Amiga
Marcelo Yoshiy – 13123 - RCA Cruzeiro do Sul

Márcio Saito – 45777 - RCA Alvorada